Reterritorialización de la Estrategia Salud de la Familia en Alcobaça, Bahia - Brasil: Mapeo participativo y promoción de la equidad en el territorio

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.53455/re.v7i.290

Palabras clave:

Territorialización en salud, Atención Primaria de Salud, Estrategia de Salud de la Familia, Planificación territorial, Equidad en salud

Resumen

Contexto: El territorio en Salud Colectiva constituye un espacio dinámico e históricamente construido, donde se articulan relaciones sociales y servicios de salud, influyendo en el proceso salud-enfermedad. Este estudio tuvo como objetivo analizar el proceso de reterritorialización de las áreas y microáreas de la Estrategia Salud de la Familia en el municipio de Alcobaça, Bahia. Metodología: Estudio de caso realizado en 2014 en el contexto del proyecto Salud Popular y Agroecología, involucrando relevamiento geográfico, análisis de 21 indicadores socioeconómicos y sanitarios, mapeo participativo y talleres con 58 agentes comunitarios de salud. Resultados: El municipio posee 1.480,44 km², siendo 37,67% de pastos y campos y 37,33% de áreas de eucalipto, mientras que el área urbana representa apenas 0,26%. Antes de la reterritorialización, 20.354 personas estaban distribuidas entre 58 ACS (promedio de 351 habitantes por agente). Después de la reorganización, 21.571 individuos fueron cubiertos por 63 ACS (promedio de 342 habitantes por agente), garantizando cobertura integral, mayor equidad y compatibilización con los límites oficiales, atendiendo adecuadamente comunidades rurales y urbanas.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

Acselrad, H. (2008). *Cartografias sociais e território*. Instituto de Planejamento Urbano e Regional, Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Argento, R. G., & Barcellos, C. (2008). Geoprocessamento e participação social: Ferramentas para vigilância ambiental em saúde. In A. C. Miranda, C. Barcellos, J. Moreira, & M. Monken (Eds.), Território, ambiente e saúde (pp. 205–216). Editora Fiocruz. https://doi.org/10.7476/9788575413746](https://doi.org/10.7476/9788575413746

Barcellos, C. C., et al. (2002). Organização espacial, saúde e qualidade de vida: Análise espacial e uso de indicadores na avaliação de situações de saúde. Informe Epidemiológico do SUS, 11(3), 129–138.

Brasil. Ministério da Saúde. (1997). *Saúde da família: Uma estratégia para reorientação do modelo assistencial*. Ministério da Saúde. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_familia_estrategia_reorientacao_modelo_assistencial.pdf

Brasil. Ministério da Saúde. (2000). A implantação da Unidade de Saúde da Família (Cadernos de Atenção Básica – PSF, Caderno 1). Ministério da Saúde.

Brasil. Ministério da Saúde. (2012). Política nacional de atenção básica. Ministério da Saúde. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_atencao_basica.pdf

Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017: Política Nacional de Atenção Básica. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2017/prt2436_21_09_2017.html

Carvalho, M. S., & Nobre, F. F. (2001). Editorial. Cadernos de Saúde Pública, 17, 1056–1057. https://doi.org/10.1590/S0102-311X2001000500001

Castellanos, P. L. (1997). Epidemiologia, saúde pública, situação de saúde e condições de vida: Considerações conceituais. In R. B. Barradas (Ed.), Condições de vida e situação de saúde (pp. 31–76). Abrasco.

Goldstein, R. A., Barcellos, C., Magalhães, M. A. F. M., Gracie, R., Carrijo, R., & Viacava, F. (2013). A experiência de mapeamento participativo para a construção de uma alternativa cartográfica para a Estratégia Saúde da Família. *Ciência & Saúde Coletiva*, 18(1), 45–56. https://doi.org/10.1590/S1413-81232013000100006

Haesbaert, R. (2004a). Des-caminhos e perspectivas do território. In A. D. Ribas, E. S. Spósito, & M. A. Saquet (Eds.), Território e desenvolvimento: Diferentes abordagens. Unoeste.

Haesbaert, R. (2004b). O mito da desterritorialização: Do “fim dos territórios” à multiterritorialidade. Bertrand Brasil.

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2011). Censo demográfico 2010: Grade estatística. https://www.ibge.gov.br

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2013). *Manual técnico de uso da terra* (3rd ed., Manuais técnicos em geociências No. 7). https://www.ibge.gov.br

Leandro, B. B. S. (2015). O uso da informação em saúde para a vigilância na Estratégia de Saúde da Família: O caso do Programa de Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus do município de Itaboraí (Master’s thesis, Fundação Oswaldo Cruz).

Monken, M., & Barcellos, C. (2005). Vigilância em saúde e território utilizado: Possibilidades teóricas e metodológicas. *Cadernos de Saúde Pública*, 21(3), 898–906. https://doi.org/10.1590/S0102-311X2005000300024

Moraes, I. H. S. (2014). Sistema de informações em saúde: Patrimônio da sociedade brasileira. In J. Paim & N. Almeida-Filho (Eds.), Saúde coletiva: Teoria e prática (pp. 649–665). Medbook.

Nogueira de Queiroz, T. A. (2014). Espaço geográfico, território usado e lugar: Ensaio sobre o pensamento de Milton Santos. *Para Onde!?*, 8(2), 154–161. https://doi.org/10.22456/1982-0003.61589](https://doi.org/10.22456/1982-0003.61589

Publicado

2026-04-05

Cómo citar

Santos, J., Praça , H., & Leandro, B. (2026). Reterritorialización de la Estrategia Salud de la Familia en Alcobaça, Bahia - Brasil: Mapeo participativo y promoción de la equidad en el territorio. Estrabão, 7, 103–119. https://doi.org/10.53455/re.v7i.290

Número

Sección

artículos