Reflexões sobre o Marxismo na saúde:
Um relato de experiência
DOI:
https://doi.org/10.53455/re.v7i.278Palavras-chave:
Enfermagem, Marxismo, Saúde públicaResumo
Contexto: O Marxismo se trata de uma linha de pensamento que trata das relações econômicas e sociais sob a ótica da luta de classes, criticando a estrutura capitalista e propõe uma estrutura social mais justa e igualitária, dessa forma, é uma linha de pensamento que perpassa em diversas áreas do conhecimento, inclusive a saúde. No contexto brasileiro, é um direito constitucional e dever do Estado prover saúde, um marco jurídico que modificou a forma como se trata a saúde da população, fortemente influenciado pela reforma sanitária e outros movimentos sociais. Nesse sentido, os determinantes e condicionantes da saúde integram o debate, principalmente no que tange a ocupação da população e a exploração da força de trabalho e a mercantilização da saúde. A partir das discussões, objetivou-se realizar uma revisão narrativa da literatura e relatar reflexões acerca da aplicabilidade e influências do marxismo na saúde da população brasileira e no Sistema Único de Saúde. Métodos: Trata-se de um relato de experiência de três mestrandas na construção de um seminário em saúde coletiva. A pesquisa, realizada em abril de 2025 nas bases PubMed e BVS, utilizou os descritores “Saúde Pública/Marxismo” e “Public Health/Marxism”, incluindo artigos completos, gratuitos e disponíveis online, em português, espanhol e inglês, sem recorte temporal. Considerações Finais: Compreende-se que debater a saúde sob a ótica marxista é reconhecer que a equidade só é possível com a superação das desigualdades sociais, priorizando o bem-estar coletivo sobre os interesses econômicos.
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